De 1987-2000
fontes: 1, 2, 3 e 4.
1987–1992: O
Windows 2.0 foi lançado em 1987, sendo desenvolvido para o processador 286 da Intel. Apresentava ícones na área de trabalho, memória expandida e o Painel de Controle fez sua estreia. Neste
período, alguns desenvolvedores de software
escreveram seus primeiros programas baseados em Windows. Um ano mais tarde, os
computadores começavam a fazer parte do cotidiano de alguns escritórios e este fato
contribuiu para que a Microsoft se
torne a maior companhia de software para computadores
pessoais do mundo.
1990–1994: Em 1990, a Microsoft lança a versão 3.0 do Windows, com um desempenho significativamente superior, melhora da memória virtual e dos gráficos com 16 cores. Com suporte total ao processador Intel 386, os programas funcionam
muito mais rápidos, aumentando assim a popularidade desta versão. Dois anos mais tarde,
é lançada a versão Windows 3.1. Juntos, estas duas versões vendem 10 milhões de cópias
nos primeiros dois anos, fazendo deste, o Windows mais usado até então. Sua instalação era feita através de
disquetes (algo quase impensável nos dias atuais!!).
O Windows
3.x é considerado um sistema operacional multitarefa cooperativo (cada
aplicativo usa os recursos do processador por um determinado tempo, passando
para o próximo programa e espera novamente sua vez para poder continuar
executando suas tarefas). Esta alternância entre os programas é comandada pelos
próprios aplicativos, não tendo influência do processador. O ponto negativo
deste tipo de sistema é que um aplicativo mal comportado pode monopolizar o
sistema, consumindo todos os recursos do processador por um longo período.
Foi a
partir desta versão que o Windows começou a se tornar extremamente popular, devido
ao seu suporte aos "kits multimídia" (compostos de drive de CD-ROM,
placa de som e caixas acústicas), que eram a febre na informática, antes do
surgimento da Internet. No entanto, esta
versão não é um
sistema operacional, mas sim uma interface gráfica para o MS-DOS, que é quem de
fato comanda a máquina, ou seja, o Windows 3.11 está preso aos limites do
MS-DOS que, entre outras características, é um sistema de 16 bits, reconhece
apenas partições formatadas em FAT16 (com tamanho máximo de 2Gb) e suporta
arquivos com, no máximo, oito caracteres e sem espaços. Apesar de ter um amplo suporte a vários tipos de rede, o protocolo
TCP/IP, indispensável para a navegação na Internet, não está presente.
Ao ligar o PC, o prompt do MS-DOS é
mostrado, pois o Windows 3.11
não inicia automaticamente. É necessário digitar WIN para ter acesso à
interface gráfica. O botão direito do mouse não tem função alguma no desktop e na maioria dos
programas padrão.

1993: O Windows NT 3.1 é um sistema operacional de 32 bits, suportando os mais avançados programas técnicos e científicos. Desde suas primeiras versões, o Windows NT implementa a multitarefa preemptiva de forma completa (as tarefas executadas pelo sistema operacional têm prioridade sobre as de qualquer outro aplicativo).
1995: Em agosto deste ano, a Microsoft lança o
Windows 95, versão de 32 bits que estabeleceu um recorde de 7
milhões de cópias vendidas nas primeiras cinco semanas. Esta versão traz suporte
à Internet, redes dial-up e novos recursos de Plug and Play, que permitem
instalar facilmente hardware e software. Para usar o
Windows 95, recomenda-se um PC com um processador 486 e pelo menos 4 Mb de
RAM. O Windows 95 marca a primeira aparição do menu Iniciar, da barra de
tarefas e dos botões “minimizar, maximizar e fechar” em cada janela. Contudo,
os problemas de instabilidade continuaram. No segundo semestre de 1995, é
lançada a primeira versão do navegador Internet Explorer.
1998-2000: o Windows 98 é a primeira versão do sistema
operacional da Microsoft projetada especificamente para os consumidores. Os PCs
são comuns nos escritórios, nas casas e nos cibercafés. Nesta versão, há
suporte para leitura de DVDs e dispositivos USB e maior compatibilidade com os
dispositivos atuais devido aos novos drivers. O Windows 98 Second Edition (SE)
trouxe correção de alguns bugs, entretanto, apesar dos avanços, há algo em
comum entre o Windows 3.1, o 95, o 98 e o 98SE: a instabilidade.
O modo como a multitarefa
preemptiva é implementada tanto no Windows 95 quanto no 98 e futuramente no
Windows Millennium (que são baseados no mesmo kernel do Windows 95), traz dois graves
problemas:
1) quando um programa de 16 bits
é executado, o Windows 95 cai em multitarefa cooperativa para poder rodar o
programa; 2) mesmo usando apenas aplicativos de 32 bits, os serviços do sistema
não tem prioridade sobre os aplicativos (causando travamentos). Na verdade,
costuma-se dizer que o Windows 95/98 utiliza multitarefa semi-preemptiva, pois
não utiliza todos os recursos de uma verdadeira multitarefa. O Windows 98 é a última
versão baseada no MS‑DOS.
O Windows Me foi projetado para
uso doméstico, tendo vários aperfeiçoamentos em música, vídeo e rede doméstica,
além de melhorias em confiabilidade. Trouxe como novidades a restauração do
sistema, Windows Movie Maker e Windows Media Player 7. Tecnicamente, o Windows Me foi o
último sistema operacional da Microsoft baseado no código do Windows 95. Após o
Windows Me, todos os
futuros sistemas operacionais têm base no kernel do Windows NT e do
Windows 2000.
O Windows 2000 Professional foi
mais do que apenas uma atualização para o Windows NT Workstation 4.0, pois
trouxe grandes aperfeiçoamentos em estabilidade, facilidade de uso,
compatibilidade com a Internet e suporte a computação móvel. Dentre outros
aperfeiçoamentos, simplifica a instalação de hardware, dando
suporte a diversos dispositivos do tipo Plug and Play (rede e sem fio avançados, USB, IEEE 1394 e infravermelhos).-Fim da Parte 2-
Funcionário da semana: Rodrigo Haruo








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